No artigo de opinião no Jornal de Negócios de Julho, António Coimbra, presidente da APRITEL, alerta que a possibilidade de não renovar parte do espectro atualmente utilizado pelos operadores, a partir de 2033, criaria incerteza regulatória e obrigaria o setor a investir centenas de milhões de euros apenas para repor capacidade já existente — recursos que deixariam de ser aplicados no 5G Standalone, na resiliência das infraestruturas e na modernização das redes.
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