Em entrevista ao Jornal de Negócios de 6 de agosto, António Coimbra refere que os prazos de seis e 14 anos propostos pela ANACOM não dão estabilidade, fator necessário para investimentos de longo prazo, o que levará Portugal a perder terreno em áreas como a Estratégia Digital Nacional, os centros de dados e a inteligência artificial. A incerteza pode desviar centenas de milhões do 5G Standalone, da resiliência das redes e da preparação do 6G.
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