António Coimbra, presidente da APRITEL, no seu artigo de opinião no Jornal de Negócios deste mês, chama a atenção que as decisões regulatórias nas comunicações eletrónicas produzem efeitos durante décadas no investimento, na competitividade e no posicionamento internacional do país, merecendo uma reflexão partilhada entre regulador, setor e Governo. Defende ainda que cabe ao mercado — e não ao regulador — determinar quantos operadores um país comporta.
A independência deve ser preservada, mas acompanhada de escrutínio, responsabilização e alinhamento com a Estratégia Digital Nacional.
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